A história é narrada por uma jovem mulher sem nome, aprisionada desde criança em uma cela subterrânea, junto com 39 mulheres adultas. Nenhuma delas sabe por que estão presasquem as colocou ali ou quanto tempo se passou. Há apenas guardas silenciosos que aparecem ocasionalmente, sem explicações.

A narradora é diferente das outras:
👉 Ela nunca conheceu o mundo exterior,
👉 Nunca viu um homem,
👉 Nunca teve contato com amor, desejo ou vida em sociedade.

Enquanto as outras mulheres carregam lembranças do passado — famílias, relacionamentos, dores e saudades — a protagonista só possui o presente da prisão e uma curiosidade insaciável sobre o mundo.

🔓 A fuga inesperada

Um dia, algo inexplicável acontece: as portas da prisão se abrem e as mulheres fogem. No entanto, ao chegarem à superfície, descobrem um cenário ainda mais perturbador:
🌫️ um mundo vazio, silencioso, desolado, sem sinais de civilização, pessoas ou explicações.

Uma a uma, as mulheres mais velhas morrem, incapazes de se adaptar àquele novo e estranho ambiente. A narradora, por ser jovem, resistente e curiosa, sobrevive sozinha.

🌍 Solidão e sobrevivência

Sozinha no mundo, ela aprende a sobreviver, explora ruínas, busca respostas e tenta entender:

  • O que aconteceu com a humanidade?
  • Se aquele mundo sempre foi assim
  • Se ainda existe alguém vivo

Mas as respostas nunca vêm.

🧠 Reflexão final

O livro termina de forma aberta e inquietante, deixando claro que a obra não é sobre a prisão física, mas sobre:

  • solidão humana
  • necessidade de sentido
  • A construção da identidade
  • O que nos torna humanos quando tudo desaparece

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